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quinta-feira, 20 de outubro de 2016

componentes de integração sensorial



Do livro "A integração sensorial no desenvolvimento e na aprendizagem da criança" de Paula Serrano, ed. PapaLetras








































A informação sensorial na estruturação do conhecimento. O que antecede o comportamento - que vemos, mas tantas vezes não compreendemos.

terça-feira, 18 de outubro de 2016

acomodação de pessoas com dravet - a escola (1)

Como ponto de partida tomemos o exemplo das crianças e jovens em idade escolar. Qual é o lugar delas? Inquestionavelmente o lugar de todas as crianças e jovens com dravet é entre os seus pares. Nas salas de aulas, nas actividades, nos recreios, na piscina, na biblioteca .... onde estiverem os seus colegas de grupo e amigos.

A experiência diz-nos que são interessados nas relações humanas, que procuram o contacto com os outros e que o efeito do grupo é muito positivo ajudando a ajustar comportamentos e a melhorar a comunicação. Mas estes efeitos positivos estão longe de ser os únicos. Quando as crianças se interajudam, num verdadeiro ambiente colaborativo todas as partes aprendem. A criança com dravet tem mais probabilidade de reter informação significativa +para ela, porque associada a uma sensação positiva. A criança que ajuda aprende a organizar as ideias para ensinar, aprende os valores da tolerância, do respeito pelo outro.

Este é um trabalho de fundo que todos temos que fazer onde quer que desempenhemos as nossas funções e papeis.

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Que dizer do comportamento?

Quando se fala de distúrbios de comportamento nas pessoas com síndrome de dravet estamos a falar de quê exactamente?
De défice de atenção? De hiperactividade? De transtornos sensoriais? De comportamentos obsessivos, repetitivos característicos do autismo?
Por vezes temos demasiada necessidade de encontrar um nome e depois descansamos na abordagem.


Eis um esquema de análise que me parece esclarecedor, sem preocupação de catalogar. Ainda.

1 fase: Conhecer a criança/jovem

 Como comunica? (linguagem funcional, contacto visual, reacção às pessoas, entender indicações/ordens, etc.)
Como se comporta no seu ambiente? (o que gosta mais de fazer? o que evita? faz birras?)
Que fim servem os seus comportamentos? Qual a sua função? (quer obter alguma coisa? quer evitar alguma ordem?, está desconfortável?)
Em que circunstancias ocorrem, ou deixam de ocorrer certos comportamentos?
O que acontece depois de ocorrerem os comportamentos considerados problema? (consegue o que quer?


quarta-feira, 5 de outubro de 2016

A Psicomotricidade e o Sindrome de Dravet

A Psicomotricidade como terapia tem sido uma mais valia na vida de muitas crianças com perturbações do Desenvolvimento e outros síndromes e o Síndrome de Dravet não é excepção.  Iniciei o acompanhamento da primeira criança com este síndrome à cerca de cinco anos. Na altura conhecia pouco sobre esta problemática e as suas características. Aos poucos fui percebendo as áreas fracas, fortes e o tipo de trabalho a realizar com estas crianças e neste momento acompanho mais três de diferentes idades com o mesmo síndrome – Dravet.

Iniciar precocemente a Psicomotricidade é uma questão comum entre os pais… “será que ele/ela não é novo/a de mais para iniciar esta terapia?” A minha opinião e resposta é sempre a mesma: Não, não é cedo para iniciar a terapia, aliás quanto mais cedo melhor, é claro dependendo da situação clinica  e do estadio de desenvolvimento em que se encontra a criança, a estimulação precoce é muito importante para um desenvolvimento o mais adequado possível. Os sete factores psicomotores, como: a tonicidade, equilíbrio, lateralidade, noção corporal, estruturação espácio-temporal, motricidade fina e grosseira podem ser trabalhados desde muito cedo, é importante realizar uma avaliação psicomotora e de seguida centrar a intervenção nas áreas com mais dificuldades, sempre de acordo com o nível de desenvolvimento em que cada criança se encontra. O primeiro passo é criar empatia e uma relação de confiança com a criança e depois de esta estar estabelecida, criar rotinas e hábitos de trabalho e aí sim realizar uma intervenção centrada na própria criança, sem claro descurar a interacção com a família e se possível com toda a equipa multidisciplinar.

Assim sendo, a idade em que chegam e a fase do desenvolvimento psicomotor em que estão é um ponto de partida para iniciar um trabalho especifico com cada criança, pois o síndrome é comum a todas, mas a personalidade, as capacidades e as áreas a desenvolver são diferentes…no fundo “são todos iguais, mas todos tão diferentes”.

sábado, 1 de outubro de 2016

motricidade e concentração


No blog: www.laughingkidslearn há muitas ideias de actividades e brincadeiras para os mais pequenitos.E porque sabemos que a motricidade fina faz parte dos treinos diários e permanentes é preciso ter um bom arquivo de ideias e actividades.